Empresário baleado na fronteira morre após 8 dias
Empresário de 28 anos, identificado como Lucas Osmar Limonge Bonadiman, morreu no fim da tarde desta quarta-feira (10), no Hospital Regional de Ponta Porã. Ele estava internado havia oito dias…
Empresário de 28 anos, identificado como Lucas Osmar Limonge Bonadiman, morreu no fim da tarde desta quarta-feira (10), no Hospital Regional de Ponta Porã. Ele estava internado havia oito dias após ser baleado no dia 2 de junho, quando chegava em casa na região do Grande Marambaia, a 313 quilômetros de Campo Grande.
Lucas não resistiu aos ferimentos provocados pelos disparos e o óbito foi confirmado pela unidade hospitalar. Ele foi socorrido em estado grave logo após o ataque e levado inicialmente ao Hospital da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul). Depois, a equipe médica o transferiu para o Hospital Regional de Ponta Porã, onde permaneceu internado até a morte. O hospital não divulgou informações sobre a evolução clínica durante o período de tratamento.
No dia do atentado, dois homens em uma motocicleta se aproximaram da residência do empresário e efetuaram diversos disparos antes de fugir. Moradores acionaram o socorro e equipes policiais isolaram a área para os primeiros levantamentos.
A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, que busca identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. A apuração também considera a informação de que a vítima já havia sido alvo de outra tentativa de homicídio, o que passa a integrar as linhas de investigação.
Até o momento, os suspeitos não foram identificados. O caso segue sob apuração.
Outro caso na região
Na mesma região de fronteira, a polícia investiga um ataque a tiros contra um comerciante de 42 anos, ocorrido na semana passada. A vítima foi abordada por dois homens em uma moto quando saía do trabalho, em uma avenida movimentada de Ponta Porã. Ela foi atingida por três disparos e encaminhada ao hospital, onde passou por cirurgia e permanece em recuperação. Os suspeitos fugiram e ainda não foram localizados. A polícia trabalha com a hipótese de crime de mando, mas não descarta outras linhas de investigação.